“Casa de Colono Japonês” – Série da SESC TV mostra a imigração japonesa no Vale do Ribeira em SP

casassHá 100 anos, teve início a imigração japonesa no Vale do Ribeira (SP) que mudou a paisagem do local. Os agricultores que chegaram para trabalhar nas terras da empresa colonizadora Kaigai Kogyo Kabushiki Kaisha (KKKK) em Iguape, Registro e Sete Barras, trouxeram seus costumes e a tradição que se refletiu também em suas casas.

A série Habitar Habitat tem direção do jornalista Paulo Markun e do cineasta Sérgio Roizenblit. Durante oito meses, a equipe viajou por mais de 12.000 km e visitou 18 cidades de norte a sul do Brasil. Habitar Habitat é uma realização do SescTV, com produção da Revanche Produções e da Miração Filmes.

A tradição mantida pelos descendentes dos imigrantes japoneses está presente em altares que homenageiam os mortos, na música do taiko, o tambor japonês que os jovens ainda tocam, e na comemoração do Tooro Nagashi que acontece anualmente, em 2 de novembro, quando lanternas são lançadas em um rio com o nome dos antepassados.

Mas as mudanças também estão presentes em todo lugar. Habitar Habitat mostra cenas da missa em comemoração aos 84 anos da Igreja Anglicana de Registro, uma casa tipicamente oriental, onde os fiéis são cristãos, como explica a escritora Carmem Kawano. O arquiteto Vitor Hugo Mori explica o projeto de reforma da igreja.

A sede da KKKK era em Registro e ofereceu aos colonos locais a infraestrutura que precisavam para se instalar. Como proprietários das terras, os imigrantes construíram residências para durar muitas décadas utilizando as técnicas de elaborada carpintaria. A estrutura da casa japonesa é toda modular, em madeira, construída a partir da medida do ken, ou tatame. As peças são de encaixe, sem utilização de pregos, e seguem um projeto numerado. Podem ser desmontadas, transferidas do terreno, e remontadas novamente. O preenchimento das paredes é de barro, semelhante ao pau a pique brasileiro, e com um acabamento de argamassa.

O arquiteto Rogério Bessa explica o apogeu da colônia e a decadência que se seguiu com a Segunda Guerra e o fracasso das atividades agrícolas. No início, sair do Japão rumo ao Brasil era uma boa opção para os filhos não-primogênitos, mas a iniciativa da KKKK não deu certo pois o café não se adequou à região do Vale do Ribeira. Com a falência da KKKK e a repressão aos japoneses durante a Segunda Guerra, os colonos foram incorporados ao meio urbano e as técnicas construtivas foram deixadas de lado.

Construída no auge da produção de chá, a Casa Shimizu era moradia e fábrica no mesmo imóvel, mas hoje se encontra abandonada. A Casa Amaya também é de uma família produtora de chá, que fechou a fábrica, mas mantém o local. Os descendentes vivem em uma nova residência, mas esta segue a arquitetura ocidental. Outro exemplo registrado em Habitar Habitat é a Casa das Pedras, construída em cima de duas pedras que margeiam um rio.

Vale do Ribeira , o Japão tropical

Japoneses no Vale do Ribeira

Vejam  a “casa Minka” japonesa com telhado de palha e a produção agrícola do sitiante.
Álbum Comemorativo Vinte anos da Colônia de Registro, Katsura e Sete Barras 1913 – 1933 (textos em japonês)
Enviado por Victor Hugo Mori

Deu na Gazeta Caiçara : Iguape >Primeiro Núcleo da Colonização Japonesa no Brasil : parte 4

pinga-que-foi-produzida-no-Por Rafael Peroni

Chegamos a última reportagem especial sobre os 100 anos da Colonização Japonesa no Brasil. Nas edições anteriores, contamos o surgimento da primeira colônia de japoneses (Katsura) em terras brasileiras, localizada no bairro do Jipovura, em Iguape; o rápido e animador desenvolvimento dos colonos; assim como o rápido declínio muito em virtude da Segunda Guerra Mundial e também da implantação de rodovias nos entornos de Iguape.

Nesta reportagem iremos falar sobre a decadência da Colônia, principalmente após os anos 60, quando a grande parte dos colonos deixaram o Jipovura para tentar a sorte em outras regiões do Vale do Ribeira e do Brasil.

“FUGA” PARA OUTRAS REGIÕES

Em 1968, 30 anos após o início da Segunda Guerra Mundial, na Colônia Katsura, que no seu auge chegou a abrigar centenas de pessoas, e mais de 35 famílias, moravam apenas nove famílias. Uma das poucas famílias que permaneceram no local foi a Yanaguisawa e a Tadano. O núcleo “Registro” e o interior de São Paulo e do Paraná foram um dos locais mais procurados pelos colonos que “abandonaram” o Jipovura.

Atualmente das famílias que chegaram à Iguape para se estabelecer no Jipovura, nove delas possuem descentes e membros que vivenciaram o dia-a-dia da Colônia. São elas: Yanaguisawa, Nakamura, Tadano, Nishidate, Ono, dentre outras.

JIPOVURA ATUALMENTE

Hoje em dia encontram-se apenas as ruinas do que um dia foi um dos principais bairros de Iguape.  O Rio Ribeira de Iguape assoreou e as grandes embarcações que por ali passavam deram lugar a pequenos barcos. Várias casas foram carregadas pelas águas do Ribeira.

TÍTULO DE BERÇO DA COLONIZAÇÃO JAPONESA

Em 2008, ano das comemorações do centenário da imigração japonesa para o Brasil, o então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, no dia 11 de janeiro, a lei 11.642/2008, de autoria do deputado Arnaldo Madeira, a qual concedia a Iguape o título de “berço da colonização japonesa no Brasil”.

Quem deu início ao processo de pedido de reconhecimento foi a comunidade Nikkei de Registro, porém após pesquisas foi  visto que Registro teve um papel fundamental na colonização japonesa , porém o título de “Berço” pertencia a Iguape. A cidade de Registro foi contemplada com o título de “Marco da Colonização Japonesa”.

COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO

No sábado (9), a comunidade japonesa, por meio da Associação Nipo Brasileira de Iguape, a partir das 10h, irá realizar uma série de atividades em comemoração aos 100 anos da Colonização Japonesa no Brasil. Durante todo o dia grupos japoneses se apresentarão na “Baixada”, próximo a Concha Acústica. Será realizada também o lançamento do projeto da Praça em homenagem ao Centenário. Júlio Abe, apresentará o museu de rua e fará um breve relato sobre a Colônia Katsura.

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Deu na Gazeta Caiçara : Iguape, primeiro núcleo de colonização japonesa no Brasil > parte 3

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Principal ligação entre a Colônia e Iguape era por barcos. Meio de transporte em 1940 . A Segunda Guerra Mundial e a implantação de rodovias na região afetaram diretamente o desenvolvimento da Colônia

Por Rafael Peroni

Nas duas primeiras matérias especiais da Série 100 de Colonização Japonesa no Brasil, contamos a história do surgimento e do desenvolvimento rápido e promissor da Colônia Katsura, instalada no bairro do Jipovura, em Iguape. Nesta reportagem iremos começar a abordar a decadência e o retrocesso dos núcleos de colonização.

A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL E O RETROCESSO

Após um desenvolvimento rápido e animador, a Colônia Katsura, já com três núcleos formados (Registro, Sete Barras e Iguape) viu todo o progresso ir por “água a baixo” com a chegada da Segunda Guerra Mundial em meados de 1938.
O Japão que já estava em guerra com a China na Segunda Guerra Sino-Japonesa na busca de anexar áreas da China ao seu território, entrou na batalha mundial ao lado da Alemanha de Hitler e da Itália de Mussolini, formando o Eixo.
Durante esse período a Companha de Imigração Kaigai Kogyo Kabushiki Kaixa (KKKK) viu-se obrigada a encerrar suas atividades no Brasil, fato que provocou um imenso retrocesso no núcleo, uma vez que deixou de subsidiar, ou financiar a Colônia Katsura. De acordo com historiadores, esse não teria sido o único motivo desse declínio. A implantação de rodovias na região provocou também uma mudança de meio de transporte, passando o transporte terrestre ser mais utilizado, fato que prejudicou o núcleo que dependia exclusivamente dos barcos para transportar seus produtos.
Com a remessa de produtos se tornou deficiente, vários proprietários optaram por se mudar do Jipovura. As embarcações já não mais atracavam no porto da Colônia. Em 1968, o núcleoKatsura que no seu auge chegou a ter 35 famílias residindo no local, passara a ter apenas nove famílias. As construções como o prédio do Correio, as Escola, a primeira Igreja Católica construídas por japoneses foram se deteriorando com o tempo, restando apenas um “botequim”.
As quotas da Companhia de Imigração foram vendidas e liquidada em 1945, quando foram vendidas todas as quotas dessa sociedade e também uma grande gleba de terras no Jipovura. A maioria das famílias japonesas ali radicadas foi obrigada a deixar o local e ir para Iguape ou para outras cidades da região ou do interior do Estado. Chegava ao fim, após breve surto de progresso, a história da primeira colônia de imigrantes japoneses que se instalou no país e que muito contribuiu para o progresso do Brasil.

REGISTRO

Como a Companhia de Imigração KKKK realizou seus maiores investimentos no núcleo que hoje seria na região de Registro, mas na época eram terras iguapenses, chegando a instalar um escritório de administração, o núcleo foi o que mais se desenvolveu. Em 1931 mais de 320 famílias já residiam no local, somando 1.403 pessoas. Ediferentemente dos japoneses do bairro do Jipovura, conseguiram se manter mesmo com a chegada da Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, a cultura do Chá se tornou o principal produto agrícola, seguido pela banana e abacaxi, desbancando o arroz, a cana-de-açúcar dentre outros. Esse quadro se mantém até os dias atuais.

BIBLIOGRAFIA
Iguape, Nossa Histórias – FORTES, Roberto
O Imigrante Japonês – História de sua vida no Brasil – T. A Queiroz, EDITOR

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Deu na Gazeta Caiçara : Iguape, primeiro núcleo da colonização japonesa no Brasil > Parte 4

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Convite do governo japonês à Colônia Katsura

Por Rafael Peroni

Em nossa última edição demos início a uma série de reportagens para contar os 100 anos da Colonização Japonesa no Brasil. No primeiro “capítulo”, lembramos como tudo começou, e como e quando as primeiras 36 famílias chegaram e se instalaram no bairro do Jipovura, em Iguape. Agora iremos dar sequência nos fatos, abordando como foram os primeiros anos da Colônia Katsura.

AS PRIMEIRAS COLHEITAS E O DESENVOLVIMENTO DA COLÔNIA KATSURA

Os japoneses que aqui (Iguape) chegaram, logo deram início ao plantio do arroz, cultura que os técnicos da Companhia Colonizadora Takushoku Kaixa haviam previsto para o local. No primeiro levantamento estatístico realizado pela Colônia, entre 1914 e 1915, consta que foram destinados 3.962 alqueires para o cultivo do arroz.

Já na colheita seguinte a área destinada ao plantio mais que dobrou de tamanho, passando a 8.840 alqueires, e além do arroz, plantou-se também feijão e milho, esses para o próprio consumo.  Os rizicultores conseguiam entre 70 e 100 sacas de arroz por alqueire. No campo de demonstração “Jeremias Júnior”, os engenheiros agrônomos Massao Hashida e Katsumi Fujita experimentavam outras culturas como a cana-de-açúcar, batata, cebola, alfafa, algodão, soja japonesa e do bicho-da-seda.

Em 1915, novos colonos chegaram ao Jipovura, e a população era de 121 pessoas. Já em 1916 esse número subira para 136 indivíduos. O número de casas chegou a 20. Em 1917, já somavam 52 famílias na Katsura, totalizando 213 pessoas. O sucesso da Colônia, e os bons resultados na agricultura incentivaram os imigrantes japoneses que esperançosos passaram por uma mudança de mentalidade, e começaram a planejar a longo prazo, o que incluía a ideia de se instalarem permanentemente no Brasil, e não apenas conseguir dinheiro para voltar ao país de origem.

Esse segundo alguns historiadores foi o grande mérito da Colônia Katsura, do núcleo Iguapense. Ter sugerido pela primeira vez, aos imigrantes japoneses a possibilidade da fixação de residência no Brasil.

Em pouco tempo a Colônia Katsura transformou-se num dos principais centros produtores do Vale do Ribeira, e já possuía o próprio porto. A produção agrícola era avaliada em milhares de contos de réis. No Jipovura havia quatro engenhos de arroz, casas de comércio, agência de correio, escola, Igreja Católica e açougue. Na época os moradores de Iguape chegavam a ir até a localidade para fazer compras, em razão da variedade de produtos e o preço mais em conta.

O acesso ao Jipovura só era feito através do Rio Ribeira de Iguape. A 20 quilômetros do Centro Histórico, uma viagem que normalmente tinha tempo médio de uma hora, poderia demorar, às vezes, até cinco horas, pois os vapores da Companhia de Navegação Fluvial Sul Paulista eram muito lentos.

EXPEDIÇÃO

Em 1937, uma expedição arqueológica japonesa, chefiada pelo arqueólogo Dr. Kiju Sakai, nos meses de abril a junho, efetuou escavações no local, onde existiam vários sambaquis, ali deixados, milênios atrás, pelos indígenas que habitaram o Jipovura. Nessas escavações, trabalharam 176 pessoas e mais os jovens da colônia, sendo o custo dos trabalhos avaliado em 2:015$900 réis (dois contos, quinze mil e novecentos réis), com recursos liberados pelo governo japonês. Os resultados dessas escavações foram publicados por importantes entidades científicas do Japão e, recentemente, pelo Instituto Paulista de Arqueologia.

REGISTRO E SETE BARRAS

Quando os primeiro colonos vieram para a região do Vale do Ribeira, em 1913, Iguape abrangia boa parte da região, e os municípios de Registro e Sete Barras eram terras iguapenses. Em 1914, as três primeiras famílias se instalaram na região que hoje pertence a Registro. Quando a Companhia de Colonização no Brasil foi encampada pela Kaigai Kogyo Kabushiki Kaixa (KKKK), em 1919, a região que seria chamada de núcleo de Sete Barras foi somada ao núcleo de Iguape, porém a colonização ocorreu apenas no ano seguinte. Passando assim a serem três núcleos (Registro, Sete Barras e Iguape).

Em 1917, o núcleo de Registro já se mostrava o mais produtivo, atraindo milhares de pessoas. Já aportavam por lá 679 famílias e mais de 3 mil imigrante s. Nas terras que hoje pertencem a Sete Barras o número de famílias chegava a 329. Porém, vale ressaltar que até 1945 Registro pertencia a Iguape. Já Sete Barras esteve sobre domínios iguapenses até 1959.

BIBLIOGRAFIA

Iguape, Nossas Histórias – FORTES, Roberto
O Imigrante Japonês – Histórias de sua vida no Brasil – T.A. QUEIROZ

Leia também a Iguape, Primeiro Núcleo da Colonização Japonesa no Brasil Parte 1

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Livros para conhecer melhor o Vale do Ribeira – As Minas de Ouro e a formação das Capitanias do Sul

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“Em foco estão um tempo longo (1593-1830) , uma boa parte do Brasil à margem das políticas oficiais da Coroa Portuguesa e da economia de exportação vinculada à mão de obra africana, as Capitanias do Sul até muito recentemente consideradas pobres e periféricas, um vasto território relacionado à mineração, um sistema urbano que incluía metade dos núcleos do Brasil em fins do século XVII, a marginalidade historiográfica do objeto de estudo, a inédita metodologia de pesquisa. Nas linhas e entrelinhas de um discurso teórico profundo revelam-se camadas de tempos pregressos, até então inexplorados sob este ponto de vista .” Beatriz Piccolotto Siqueira Bueno , sobre a obra de Nestor Goulart Reis.

Leitura recomendada > Este livro faz parte do acervo da Casa do Patrimônio do Vale do Ribeira. 

Neste fim de semana tem o 1º FLI – Festival Literário de Iguape

Com o objetivo de promover o livro enquanto fonte de difusão cultural e estimular a produção literária da região do Vale do Ribeira, a Oficina Cultural Gerson de Abreu realiza, de 17 e 20 de outubro, o 1º Festival Literário de Iguape.

O evento conta com uma programação gratuita de workshops, palestras, feira de livros, contação de histórias, exposição e shows. Entre as atrações, a exposição Panorama Ibero-Americano da Publicação Independente, onde será possível conhecer um pouco da produção de quadrinhos do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, México, Portugal e Venezuela.

Com a palestra A curiosidade matou o gato. Mas o gato não tem sete vidas?, o jornalista Marcelo Duarte, criador da série “O Guia dos Curiosos”, falará da importância do estímulo à curiosidade e sobre como usá-la de modo criativo nos negócios.

Representando a literatura da região, estará presente o poeta Marcelo Plácido lançando seu livro Porém Efervescente, o escritor Oswaldo de Souza com seu Sete Contos Quase Verdadeiros, além de Nestor Rocha, com Do Brilho ao Opaco, entre outros autores.

Outro destaque da programação é o show de Marina de la Riva. A cantora interpretará canções do álbum Idílio (2012), que reúne sucessos de Vinicius de Moraes, Luiz Gonzaga e o cubano Frank Dominguez. A cantora Tiê também dará o ar da graça apresentando seu último álbum, A Coruja e o Coração (2011), que teve participação de Jorge Drexler, Marcelo Jeneci e Hélio Flanders.

E, em ocasião do centenário de Vinicius de Moraes, o Festival recebe o show História de Canções, idealizado por Wagner Homem. Acompanhado por músicos que executam as canções de autoria do poeta, o jornalista conta as histórias relacionadas à criação das composições.

Programação:

17 de outubro a 14 novembro
Exposição: Panorama Íbero-Americano da Publicação Independente
Curadoria: Douglas Utescher e Daniela Utescher

17 de outubro
16h – Contação de História: Histórias de reis e versos cantados
Com Ivy de Lima

18h – Workshop: Contação de histórias com objetos do cotidiano
Com Ivy de Lima

19h – Bate-papo: O papel do ficcionista como construtor de identidades sociais e sua responsabilidade histórica
Com Benedito Machado e Roberto Fortes

21h – Show: Histórias de Canções: Vinícius de Moraes
Com Wagner Homem

18 de outubro
9h – Contação de história: Conversa ribeirinha
Com Antonio Lara e Júlio Costa

11h – Palestra: A Formação do Escritor
Com Reynaldo Damazio

14h – Contação de História: Conversa ribeirinha
Com Antonio Lara e Júlio Costa

16h – Palestra: Uma viagem pelos gêneros literários
Com Ecilla Bezerra

18h – Contação de História: Conversa ribeirinha
Com Antonio Lara e Júlio Costa

20h – Palestra: Literatura não é entretenimento
Com Menalton Braff

21h30 – Show: Fulvio Oliveira & The Wild Blues Band

23h – Show: Tiê

19 de outubro
10h – Workshop: Histórias em Quadrinhos
Com Paulo Crumbim e Cris Eiko

13h – Workshop: Encadernação artesanal
Com Rodrigo Okuyama

17h – Palestra: Publicação Independente
Com Douglas Utescher

20h – Palestra: A curiosidade matou o gato. Mas o gato não tem sete vidas?
Com Marcelo Duarte

21h30 – Show: Packaw e a Nave

23h – Show: Marina de la Riva

20 de outubro
11h – Workshop: Criação e manipulação de bonecos de luva
Com Cia Articularte

16h – Teatro: O valente filho da burra
Com Cia Articularte

13h-16h – Lançamento de livros e tarde de autógrafos:

Ecologicamente Ilhamos e Geane
De Osvaldo Matsuda

Porém Efervescente
De Marcelo Plácido

A Trilha da Suçuarana
De Miguel Cassemiro

Sete Contos… Quase Verdadeiros
De Oswaldo de Souza

Confissões de um Pecador
De Rodrigo Ladeira

Do Brilho ao Opaco
De Nestor Rocha