Gente que vem… Liceu Terras do Engenho, de Piracicaba/SP

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Os alunos do 7º e 8º ano , monitores e professores do Liceu Terras do Engenho, de Piracicaba/SP estiveram visitando a Casa do Patrimônio Vale do Ribeira.  Na ocasião, foi realizada uma roda de conversa informal com cerca de 35 alunos sobre a ocupação da região caiçara, aspectos da atuação do Iphan em relação ao patrimônio material e imaterial e a história de Iguape. Nosso obrigado aos monitores e professores Keli , Ricardo, Sandra e Chileno. Sejam bem vindos !

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Gente que vem… fandangueiros

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Participantes da Reunião de Salvaguarda do Fandango Caiçara , ocorrida na Casa do Patrimônio Vale do Ribeira em Iguape/SP.  A Casa do Patrimônio Vale do Ribeira é uma iniciativa da Superintendência do IPHAN em São Paulo em conjunto com a Prefeitura de Iguape.  Nasceu de um desejo em comum: aproximar o trabalho de proteção do patrimônio cultural daqueles que são seus primeiros interessados, as populações locais. Compartilhamos a idéia de que o patrimônio é uma construção social que deve refletir a forma como as comunidades enxergam e concebem a sua própria história.

Clique nas fotos para ampliar.

Maior premiação em patrimônio cultural abre inscrições

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Até o dia 15 de maio, estão abertas as inscrições para a 28ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concurso de caráter nacional, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A premiação foi idealizada em reconhecimento às ações de preservação do patrimônio cultural brasileiro que mereçam registro, divulgação e reconhecimento público em razão da sua originalidade, vulto ou caráter exemplar.

No edital público, deste ano, serão contemplados oito projetos, sendo quatro em cada uma das duas categorias:

Categoria I – Iniciativas de excelência em técnicas de preservação e salvaguarda do Patrimônio Cultural: visa valorizar e promover iniciativas de excelência em preservação e salvaguarda, envolvendo identificação, reconhecimento e salvaguarda; pesquisas; projetos, obras e medidas de conservação e restauro.

Categoria II – Iniciativas de excelência em promoção e gestão compartilhada do Patrimônio Cultural: visa valorizar e promover iniciativas referenciais que demonstrem o compromisso e a responsabilidade compartilhada para com a preservação do patrimônio cultural brasileiro, envolvendo todos os campos da preservação e oriundas do setor público, do setor privado e das comunidades.

Além do número de premiados, que foi ampliado em relação à edição anterior, outra novidade é aumento no valor da premiação que passa a ser de R$ 30 mil para cada ação vencedora; em 2014, o valor era de R$ 25 mil. Poderão concorrer ao Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – 28ª Edição pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, que tenham desenvolvido ou estejam desenvolvendo ações de relevância pública para a proteção patrimonial, em qualquer lugar do território nacional e que tenham tido ao menos uma de suas etapas concluídas em 2014.

Seleção

Os proponentes devem enviar suas inscrições, de acordo com as regras do edital, às superintendências estaduais do Iphan de origem dos projetos. Aqueles que forem habilitados serão encaminhados para a pré-seleção das comissões estaduais de avaliação. Após serem avaliados nas instâncias locais, seguem para a etapa final, na qual serão julgados pela Comissão Nacional de Avaliação.

O resultado do concurso está previsto para ser anunciado até o dia 17 de julho de 2015. As inscrições já podem ser feitas pelo preenchimento de ficha disponibilizada pelo Iphan em suas unidades ou no portal www.iphan.gov.br, acompanhada de resumo da ação e materiais ilustrativos. O prazo para o envio dos projetos vai até dia 15 de maio de 2015.

Continua lindo

O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – 28ª Edição presta homenagem à cidade do Rio de Janeiro, com a temática Rio 450 anos – Patrimônio Mundial Paisagem Cultural Urbana. A titulação de patrimônio mundial, concedida pela Unesco, nesta categoria, foi concedida em 2012 e, a partir de ações integradas, passou a preservar os seguintes locais: Pão de Açúcar, Corcovado, Floresta da Tijuca, Aterro do Flamengo, Jardim Botânico, praia de Copacabana, entrada da Baía de Guanabara, o forte e o morro do Leme, o forte de Copacabana, o Arpoador, o Parque do Flamengo e a enseada de Botafogo.

O conceito de paisagem cultural foi adotado pela Unesco em 1992 e incorporado como uma nova tipologia de reconhecimento dos bens culturais, conforme a Convenção de 1972 que instituiu a Lista do Patrimônio Mundial. Até o momento, os sítios reconhecidos mundialmente como paisagem cultural relacionam-se à áreas rurais, aos sistemas agrícolas tradicionais, à jardins históricos e a outros locais de cunho simbólico, religioso e afetivo. O reconhecimento do Rio de Janeiro culminou em uma nova visão e abordagem sobre os bens inscritos na Lista do Patrimônio Mundial.

Para outras informações entrar em contato com Departamento de Articulação e Fomento (DAF/Iphan) pelo e-mail premio.prmfa@iphan.gov.br ou telefones (61) 2024-5462 / 2024-5465.

Acesse abaixo edital e anexos da 28ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.

Edital PRMFA 2015

Anexo 1 – Ficha de inscrição
Anexo 2 – Resumo da ação
Anexo 3 – Mudança de categoria

Jongo é celebrado em São Paulo

Para promover a troca de conhecimento sobre o jongo e a preservação deste patrimônio, cerca de 40 comunidades estarão reunidas, entre os dias 05 e 07 de dezembro, durante o 13º Encontro Nacional do Jongo, na Fundação Cassiano Ricardo, na cidade de São José dos Campos (SP). O Jongo – forma de expressão que reúne tambores, dança e cantos – foi inscrito no Livro das Formas de Expressão, em 2005, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Durante as atividades do Encontro, serão promovidas rodas de jongo, exposições e debates entre as comunidades que irão debater sobre a transmissão de saberes, valorização dos mestres jongueiros e sobre a tradição e relevância dos cantos deste bem cultural, que seja na dança, no batuque ou na palavra carrega a memória das manifestações de matriz africana.

A primeira edição do evento ocorreu em 1996, com o objetivo de estimular canais de trocas entre os praticantes e a sociedade. Este ano, o Encontro Nacional do Jongo tem o apoio e a realização do Iphan, que vem atuando em uma articulação conjunta com os grupos, movimentos sociais e as outras instâncias sociais, contribuindo para inserir o jongo nas dinâmicas culturais contemporâneas e garantir a salvaguarda desta tradição.

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A poesia metafórica dos antigos escravos
O jongo tem sua origem relacionada ao período da escravidão, da cultura cafeeira e da cana de açúcar. Por isso, sua prática, que reverbera até hoje, é encontrada, principalmente, nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais. Praticado em quintais das periferias urbanas e áreas rurais tem como elementos a roda, a música de tambores, as manifestações mágico-espirituais e o canto.

Tava dormindo
Angoma me chamou disse levanta povo
Cativeiro se acabou

São versos como esses que embalam as rodas e constituem a característica mais significativa do jongo: os chamados pontos. Quando cantados, funcionam como uma espécie de poesia metafórica e enigmática que os antigos praticantes desenvolveram para que os seus senhores e capatazes não pudessem compreender o que diziam, sendo, assim, uma forma de liberdade de expressão.

O significado do ponto deve ser decifrado pelos outros participantes e respondido também em linguagem versificada, como se fosse um desafio. Os versos, que continuam sendo entoados por um solista e acompanhados por um coro, louvam os antepassados, as divindades afro-brasileiras; afirmam as tradições; comemoram as festas de santos católicos, festas juninas, o Dia da Abolição (13 de maio) ou, apenas, reúnem a comunidade.

Além da palavra cantada, as reuniões de jongueiros são permeadas pela presença invocativa dos tambores e pela dança, feita em roda e que convida, na maioria das vezes, duas pessoas para o centro. Os pares fazem movimentos espontâneos em correspondência aos toques da percussão, utilizando como gesto característico a umbigada, em que dois dançarinos encostam, total ou parcialmente, seus umbigos. Por meio desse bem cultural, os praticantes buscam fortalecer a identidade de suas comunidades e salvaguardar seus ritos.
Serviço
13º Encontro Nacional do Jongo
Data: 05, 06 e 07 de dezembro
Local: Fundação Cassiano Ricardo
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana São José dos Campos – SP
Telefone: (12) 3924-7300
http://www.fccr.org.br/
Entrada gratuita

Iguape/SP recebe a exposição fotográfica “Jongo no Sudeste” na Casa do Patrimônio

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Iguape, cidade situada no Vale do rio Ribeira, no litoral sul paulista a cerca de 200 km da capital São Paulo,  recebe a partir de hoje (9) , a exposição fotográfica “Jongo no Sudeste”. São 50 imagens que mostram as rodas, danças e o bater dos tambores da forma de expressão.

As imagens foram feitas pelo fotógrafo Reinaldo Meneguim nos municípios de Guaratinguetá, São José dos Campos, Campinas e Piquete no período de janeiro a fevereiro de 2013. O evento é uma iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) através da Casa do Patrimônio Vale do Ribeira.

A exposição fotográfica é o resultado do trabalho realizado entre os detentores do saber e o IPHAN dentro das ações que são desenvolvidas no estado de São Paulo.

O Jongo é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e práticas de magia. É realizado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais. Acontece em festas juninas, Festas do Divino, celebrações de santos católicos e divindades afro-brasileiras e nos dias 13 de maio para lembrar a abolição da escravatura.

É uma forma de louvar os antepassados, consolidar as tradições e afirmar identidades. Tem suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, principalmente os de língua Bantu.

No Brasil, o Jongo passou a ser praticado entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar, no sudeste brasileiro, principalmente no vale do Rio Paraíba. É uma forma de comunicação desenvolvida durante a escravidão. Serviu também como estratégia de sobrevivência e circulação de informações codificadas de fatos acontecidos entre os antigos escravos.

O Jongo sempre esteve em uma dimensão marginal, onde os negros falam de si e da sua comunidade, através da crônica e da linguagem cifrada. É também conhecido pelos nomes de tambu, batuque, tambor e caxambu, dependendo da comunidade que o pratica.

O Jongo do Sudeste foi reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro em 2005, dentro da categoria de Patrimônio Imaterial e abrange comunidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Em São Paulo, foram contemplados por ações de salvaguarda do IPHAN os grupos: Jongo de Quilombolas e Jongo do Tamandaré do município de Guaratinguetá, Jongo de Piquete do município de Piquete, Jongo Mistura da Raça do município de São José dos Campos e Jongo Dito Ribeiro do município de Campinas.

Serviço:
Exposição fotográfica Jongo no Sudeste – SP
Local: Casa do Patrimônio Vale do Ribeira
Endereço : Rua 15 de Novembro 218 – Centro Histórico – Iguape/SP
Período: 9 de outubro a 8 de novembro

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São Paulo recebe exposição fotográfica e lançamento do CD Jongo no Sudeste

São Paulo vai receber no próximo dia 2 de agosto a exposição fotográfica e o lançamento do CD Jongo no Sudeste. São 50 imagens que mostram as rodas, danças e o bater dos tambores da forma de expressão.   As imagens foram feitas pelo fotógrafo Reinaldo Meneguim nos municípios de Guaratinguetá, São José dos Campos, Campinas e Piquete no período de janeiro a fevereiro de 2013. O evento é uma iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).  O CD e a exposição fotográfica são resultados do trabalho realizado entre os detentores do saber e o IPHAN dentro das ações que são desenvolvidas no estado de São Paulo.

Programação:

  • Lançamento do CD: Jongo do Sudeste – SP;
  • Abertura da Exposição: Fotos Reinaldo Meneguim;
  • Roda de Jongo: Associação Quilombola (Guaratinguetá), Jongo do Tamandaré (Guaratinguetá), Jongo Mistura da Raça (São José dos Campos), Jongo de Piquete (Piquete), Jongo Dito Ribeiro (Campinas);
  • Roda de Conversa: com os jongueiros Jefinho Alves, Lúcia Oliveira, Laudeni de Souza, Alessandra Ribeiro, Gilberto Silva, representantes do poder público local, representantes do IPHAN.

Sobre o Jongo

O Jongo é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e práticas de magia. É realizado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais. Acontece em festas juninas, festas do Divino, celebrações de santos católicos e divindades afro-brasileiras e nos dias 13 de maio para lembrar a abolição da escravatura.

É uma forma de louvar os antepassados, consolidar as tradições e afirmar identidades. Tem suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, principalmente os de língua Bantu.

No Brasil, o Jongo passou a ser praticado entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar, no sudeste brasileiro, principalmente no vale do Rio Paraíba. É uma forma de comunicação desenvolvida durante a escravidão. Serviu também como estratégia de sobrevivência e circulação de informações codificadas de fatos acontecidos entre os antigos escravos.

O Jongo sempre esteve em uma dimensão marginal, onde os negros falam de si e da sua comunidade, através da crônica e da linguagem cifrada. É também conhecido pelos nomes de tambu, batuque, tambor e caxambu, dependendo da comunidade que o pratica. O Jongo do Sudeste foi reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro em 2005, dentro da categoria de Patrimônio Imaterial e abrange comunidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Em São Paulo, foram contemplados por ações de salvaguarda do IPHAN os grupos: Jongo de Quilombolas e Jongo do Tamandaré do município de Guaratinguetá, Jongo de Piquete do município de Piquete, Jongo Mistura da Raça do município de São José dos Campos e Jongo Dito Ribeiro do município de Campinas.

Serviço:

Exposição fotográfica e lançamento do CD Jongo no Sudeste – SP

Local: Av. Angélica, 626 – Santa Cecília – São Paulo/Sp

Dia: 02 de Agosto de 2014

Hora: 19 horas

foto : Vanessa Freitas

Caderno de Obra – Casa de Fundição em Iguape/SP

Esta série de posts que resolvemos chamar de “Caderno de Obra” mostra a evolução das obras de restauração do Correio Velho, da Casa de Fundição e futuramente do Paço Municipal e Sobrado dos Toledos, em Iguape.

As fotos acima são da situação atual no canteiro de obras da Casa de Fundição ( Museu Municipal)  em Iguape/SP.

A visitação do público à obra é liberada todas as quartas-feiras, das 11:00 às 12:00 hs, através de pré-agendamento.   O número máximo de visitantes é de 5 pessoas por grupo e a duração  20 minutos.  As pessoas devem, por medidas de segurança, utilizar calçados fechados ( não sandálias, chinelos, rasteirinhas,etc). O pré-agendamento é feito na Casa do Patrimônio , na rua 15 de Novembro, 218 , fone (13) 3841 5503.

A restauração é uma obra do Iphan, através da Superintendência em São Paulo, dentro do Programa PAC Cidades Históricas 2, do Governo Federal.

Edital para obra de restauração da Casa de Fundição (Museu Municipal de Iguape) também está no ComprasNet

MINISTÉRIO DA CULTURA
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

9ª Superintendência Regional

Código da UASG: 343009


Tomada de preço Nº 5/2013
Objeto: Objeto: Contratação de empresa especializada para execução de Restauração da Antiga Casa de Fundição, localizada na cidade de Iguape/SP.
Edital a partir de: 28/11/2013 das 10:00 às 12:00 Hs e das 15:00 às 17:00 Hs
Endereço: Av. Angelica 626 – Santa Cecilia – – São Paulo (SP)
Telefone: (0xx11) 38260744
Entrega da Proposta: 13/12/2013 às 10:30Hs

Veja aqui o Edital em PDF >TP 052013 – Casa de Fundição Iguape

IPHAN lança edital para recém-doutor no mestrado profissional em preservação do patrimônio cultural

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) torna pública a realização de processo seletivo para o preenchimento de uma vaga de recém-doutor no Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural (PEP/MP) no Rio de Janeiro, mediante as condições estabelecidas no Edital.

Os interessados devem enviar a documentação solicitada até o dia 20 de novembro de 2013, para o endereço eletrônico mestrado.pep@iphan.gov.br e poderão obter esclarecimentos adicionais que julgarem necessários junto à Coordenação do Mestrado, na Coordenação-Geral de Documentação e Pesquisa, pelo mesmo endereço eletrônico.

Consulte o Edital aqui